PN.← PaleNoir Studio

Tecnologia própria / Criada pela PaleNoir

Floco de neve, símbolo da NoirVeil Engine

NoirVeil
Engine

Antes de ser uma engine, ela era uma resposta simples para uma necessidade real: desenhar os primeiros mapas de uma torre que ainda existia apenas como ideia.

Editor de mundosFerramentas própriasEm evoluçãoPaleNoir Studio

01 — Onde tudo começou

Primeiro,
era um mapa.

A NoirVeil começou antes mesmo de In an Instant I Was in a Giant Dungeon, How?. Na época, Mind of the Tower ainda era uma ideia procurando forma, e a primeira ferramenta nasceu para tornar possível desenhar seus mapas.

Ela não pretendia ser uma engine. Precisava apenas ajudar a construir um lugar que ainda não existia.

02 — Crescer pela necessidade

01

Uma ferramenta chama outra

Editar mapas trouxe novas necessidades. Cada obstáculo do desenvolvimento pedia uma ferramenta própria para tornar a criação mais rápida, clara e possível.

02

O editor virou o centro

O que começou como uma pequena ajuda passou a reunir cada vez mais partes da produção. Aos poucos, os jogos começaram a ser construídos ao redor dele.

03

Nasce uma engine

Quando mapas, recursos e sistemas já trabalhavam juntos, a antiga ferramenta havia se tornado algo maior: a base que hoje recebe o nome NoirVeil Engine.

03 — Muitas formas, um caminho

O nome veio
depois da identidade.

Durante seu crescimento, a ferramenta passou por diferentes versões, nomes e maneiras de se apresentar. Cada identidade marcou uma fase em que a PaleNoir ainda descobria o que estava construindo.

NoirVeil Engine tornou-se o nome oficial quando aquela coleção de ferramentas finalmente encontrou uma identidade à altura de seu papel dentro do estúdio.

04 — Feita junto dos jogos

01

Mind of the Tower

A ideia que provocou a criação da primeira ferramenta e continua guardando o destino mais ambicioso dessa tecnologia.

02

In an Instant…

O projeto que transformou experimentos em necessidades reais e ajudou a engine a ganhar personalidade, recursos e maturidade.

03

Um centro de criação

A NoirVeil não cresce a partir de uma lista abstrata de recursos. Ela evolui quando um mundo da PaleNoir precisa que uma nova ideia se torne possível.

05 — A evolução

De um mapa
a uma engine.

As versões não representam apenas mudanças visuais. Cada uma registra o momento em que uma nova necessidade passou a fazer parte do centro de criação.

V1

O primeiro editor

Uma grade, ferramentas de desenho e os marcadores necessários para começar a construir os mapas de Mind of the Tower.

Primeira versão do editor de mapas
O mapa era o centro de tudo.
V2

O projeto começa a pedir mais

O editor ganha uma entrada própria e ferramentas para ajustar o jogador. Pela primeira vez, o mapa deixa de ser a única parte da criação.

V3

Um ambiente de trabalho

Mapa, modos e ferramentas começam a dividir uma interface organizada. O antigo editor já se comporta como o lugar onde o jogo é construído.

Editor unificado da versão 3
As ferramentas encontram um espaço comum.
V3.5

O centro de tudo

Missões, áudio, personagens, itens, armas, NPCs e outras partes do jogo chegam ao mesmo editor. A ferramenta original já está muito próxima de se tornar uma engine completa.

V4

NoirVeil Engine

A versão definitiva. É aqui que a ferramenta deixa oficialmente de ser apenas o editor de um projeto e assume sua identidade completa como a engine da PaleNoir.

Floco de neve da NoirVeil EngineDefinitivaA identidade finalmente encontra a tecnologia.

06 — Eclipse e neve

Um símbolo antigo
encontra uma nova forma.

A neve já fazia parte dessa história em 2018, quando era o tema da NevelPictures. A PaleNoir mais tarde encontraria sua identidade no eclipse; a NoirVeil recuperaria a neve como símbolo de sua tecnologia.

Por isso o ícone oficial da engine é um floco de neve. Não é apenas uma marca separada: é uma parte da origem que sobreviveu, mudou e voltou a ocupar seu lugar.

07 — O que ela representa

Construir a ferramenta.
Depois, construir o impossível.

A NoirVeil Engine registra a própria maneira da PaleNoir desenvolver jogos: cada dificuldade pode se transformar numa ferramenta, e cada ferramenta abre espaço para mundos que antes não poderiam existir.